Bom almoço!



Ainda a propósito de Boston, para mim BOSTON*!

Basta mesmo! Basta de engordar a olhos vistos. Sim, porque desde as minhas férias que se há coisa que se têm alojado para estes lados, são quilos e quilos de gorduras. Decreto fim do tempo "boca-aberta" e corpo mole! O bom tempo assim o pede, exercício e dieta são de agora em diante regra da casa. 




* Eu sei, eu sei, fazer trocadilhos com coisas tão sérias e repugnantes, deveria dar pena de prisão (no mínimo . Mas acreditem ou não, estou chocada e indignada com o sucedido. Contudo, considero que são nestes momentos que devemos ser fortes e bem ao nosso jeito dar a volta por cima, para mais não seja, dar "forças" a quem mais precisa delas. Eu lido melhor com o humor. 

Mas que grande Boston!


Com esta coisa toda, até tenho receio de me inscrever na corrida da mulher, coisa para estar quase quase aí à porta! 

Já podes voltar, fim-de-semana!

Agora que o problema facial deu francos sinais de melhora, será que dá para voltares à trás, caro fim-de-semana. Adorava poder saborear o sol fantástico que esteve, bem junto a uma esplanada. Volta, por favor!


Obrigada São Pedro!



Golpe baixo!

Ontem fui ao hospital, eu Maria Papaqueijo, que entre muitos traumas, pauta com um terror imenso a sítios com sangue agulhas e afins, fui ao hospital. O estado já era caótico, por isso me demovi até essa mui nobre instituição pública, com fins de salvar pessoas.
Rapidamente fui atendida, entrei as 17h30, logo depois da formação e às 18h já estava deitada a ser medicada (portanto continuo a desconhecer o que muitos citam de filas de espera, ou simplesmente resmunguice e vontade de criticar tudo e todos). Mas no entretanto fui atendida por um médico. Cómico, só podia. Depois de pacientemente me ouvir (incluindo o pedido de desculpa, porque me sentia um pouco Lili Caneças em frente ao Dr. Talon). Rapidamente excluiu a possibilidade de intoxicação alimentar ou algo do género. E disparou logo para a piada do ano:
- Serás alérgica ao sol? 
Desatei a rir na cara dele. Eu Maria Papaqueijo, que nasceu num país tropical, que vive para os dias passados na praia, que ama o sol e o calor. Alérgica? Pois está claro!
Depois de me levar mais a sério e de pedir ajuda a uma outra colega, optaram pela possibilidade de eu sofrer de uma doença chamada, celulite facial.
- WTF?? Celulite? Na cara? Estarão a ver bem? Eu não tenho cara casca-laranja. Tenho a cara aos papos, vermelha, com comichão. Hello!!!
Disse eu em vão, pois não fui ouvida, deitaram-me e estive uns valentes 20 minutos a ser bombardeada na veia com medicamentos. Depois de perceberem que celulite só nas pernas. O diagnóstico foi: Alergia não identificada.
Resumo mais 20 minutos a receber medicamentos estranhos através de uma agulha enorme espectada no braço.
Resultado? Nenhum! Tudo na mesma.
Terceiro diagnóstico:
- Alergia não identificada, motivo: Contaminação bacteriológica. 
Resultado? Terceira dose de medicamentos. Mais uma data de tempo deitada com a porcaria da seringa espectada no braço, em volta um cheiro nauseabundo a hospital.
Depois de 2 horas enfiada num hospital, recebo finalmente alta, mas apenas por 24 horas. Medicamentos já no busto, resta-me esperar que melhore, caso contrário, volto a visitar os meus amigos de fim-de-tarde.



Dizem que paira um sol lindo e radioso lá fora, daqueles que há muito não se via por estes lados. Pois bem, vou ter de me contentar em vê-lo pela janela. 

Já tomava memofante!


Estava agora mesmo a olhar para o meu guarda-roupa na escolha de um trapinho para levar amanhã à formação e não sei se foi da chuva que apanhei do Porto até casa e do frio que senti à saída da edifício, que até me esqueci completamente, que amanhã está prometido um verdadeiro dia de primavera. Assim sendo, vou ali vasculhar as roupas leves e de verão, para usar amanhã. 

Dia dos irmãos

Eu acho este dia (como tantos outros) um absurdo ser festejado. Acho. Mas existe e é para ser comemorado, como tal, não me vou fazer de rogada. 
Dizem os entendidos, que ontem, foi o dia dos irmãos. Como tal, fiz questão de facilitar a vida ao meu, e deixei-lhe uma pequena dica para o auxiliar na escolha do meu presente. A dica tinha setas luminosas e cheia de neons, para este site:


Mas ao que parece, só receberei presente, se deixar no sapatinho dele, um presente vindo daqui:




Vêem porque não gosto do dia dos irmãos?

ASAE

Foi à sensivelmente um mês que recebi uma notificação em casa, para comparecer como testemunha na ASAE. 

Juro que estranhei. Eu? Testemunha? Liguei logo para lá, saber de que se tratava, mas sem muitos pormenores tive-me de aguentar até hoje.

E não é que, precisamente 4 anos depois de eu ter saído da minha antiga empresa, vou servir de testemunha de um trabalho que supostamente fiz e bem (a ver pelas provas, que emails meus fazem, junto do processo).

Entrei a medo, claro, e depois de passar pelas várias normas de segurança, compareci junto de alguém que em muito me fez lembrar um juiz (talvez o seja, não sei, mas que aquela ideia de que eles cheiram a carne de porco estragada, acabada de ser apreendida, eu atesto, é mentira). 

Tentando (ou até mesmo sendo) simpático, fez-me aquelas perguntas habituais de chá, conversa fiada, portanto, mas rapidamente lhe disse, que queria ir directamente ao assunto (eram nervos misturados com eu mesma, ou seja, directa, concisa e antipática). 

Fez-me ler a queixa, fez-me ler a resposta do advogado e depois de ler o que em quantidade é similar a uma enciclopédia da porto editora, fiz o que lá fui fazer:

- Não, não me lembro obviamente do que fiz à mais de 4 anos atrás. 
- Sim, confirmo!

Assinei e vim-me embora. Sem prisões, mandados, buscas mirabolantes ou coisas similares, tão simples que até me irrito com as séries policiais que me fazem viver num mundo que afinal não existe.


Ser mulher!

Não, não sou nenhuma heroína nem perto disso. Mas que ser é gaja é coisa para ser complicado isso o é. E eu que o diga.
Vivo rodeada de homens (na verdade, a grande maioria são apenas uns meninos), para o bem e para o mal, assim é a minha vida. Talvez por isso, uso-te blog, descaradamente, para desabafar contigo coisas que não posso simplesmente comentar com eles, porque mesmo que o faça não me entenderiam.

Hoje, depois de uma maratona matinal por caminhos de Portugal, que já fiz questão de te contar no post abaixo, tive ainda um episódio demasiado impróprio para meninas. Ora vejamos:
Saímos do escritório a tempo de uma reunião que estava agendada às 14:00. [Tempo cinzento, mas sem promessas efectivas de chuva].
Deparamos-nos pelo caminho com "cortes" no que seria o percurso mais óbvio. Ainda mais "cortes" nos caminhos alternativos e sensatos para a reunião e mais cortes ainda por caminhos que não conhecíamos mas que supusemos que iriam dar até à reunião. 
O GPS ligado para ajudar nos caminhos, mas infelizmente também ele sem sucesso. 
Desesperadamente decidimos deixar o carro e seguir a pé (e como não tínhamos até então visto sinais impeditivos à circulação de peões), pareceu-nos sensato, já eram 14:10 [tempo continuava cinzento, mas sem sinais de chuva].
Ao sair do carro, reparei que continuava com o GPS ligado e o mesmo marcava 1,1 km para o destino. Seguimos-lo até ao destino. Parece fácil, mas o cenário de gaja era este: salto-alto, o percurso com inclinação elevada e o pavimento assim para o irregular.


Eram 14:30, quando chegamos finalmente ao local da reunião.... 2 horas depois a dita cuja acabou. Correu benzinho sim, senhor, ficamos satisfeitos até que, à saída nos lembramos do "pequeno" grande pormenor  da distância a que deixamos o carro e o percurso sinuoso que teríamos de retomar, mas sorrimos e saímos porta fora. Já cá fora, demos um passo atrás, sem sorriso e sem sucesso. A porta estava fechada e chovia bastante. Alternativa: Correr, em caminhos de paralelos, com inclinações acentuadas, durante 1,1 km à chuva e de saltos-altos. Não, não sou nenhuma heroína, mas nem perto disso? 

É trabalho

Mas ando por aqui...

E a dama que virou cinza!


Até o melhor ferro virá cinza! Mais uma para fazer companhia ao Chaves! Aquilo para aqueles lados deve estar bonito deve. 

Coincidências da vida

Tenho para mim, que esta mulher e a Anastasia do livro: 50 sombras de Grey, são a mesma pessoa. 


30 anos!


Eu bem que gostava de esquecer, mas tudo à volta não me permite. Agora é a Swatch, que ao que parece é da mesma colheita que eu e para celebrar a data decidiu presentear-me com o lançamento de um novo modelito bem catita, por sinal! 

Frutos vermelhos para desintoxicar!