Devagarinho, mas ele chega...


... o espírito de natal!

A carta!

Olá Pai Natal,

Não é de bom-tom iniciar uma carta com um pedido de desculpas, no entanto, sinto a necessidade de o fazer, escrevo-te com alguns dias de atraso, bem sei, mas como deves saber, tempo não é coisa que abunde por estes lados, pelo menos, para reflectir e ponderar nos prós e contras [assim como me ensinaste a fazer] dos presentes de natal que realmente mereço [sim, eu sei que mereço] para este ano. Talvez também, porque ainda não senti em mim, o verdadeiro espírito natalício, que provavelmente está afectado pelo jet-lag, fazendo-me querer [mesmo com o frio e a chuva lá fora] que ainda estou em Agosto/Setembro ou apenas porque realmente fui contaminada com a crise que paira pelo ar.

A verdade é que quando desce em mim a lembrança de que estamos de facto em época natalícia, os meus pensamentos recaem imediatamente no que preciso de fazer com a máxima urgência. Pensar no que tenho de oferecer. O tempo voa e apesar de ser eu a piloto, sinto que não estou a conduzir da forma mais adequada. Tenho uma imensidão de pessoas a quem presentear este natal e, neste momento a lista de ideias [condignas com as condições financeiras a que me deixaste] ainda está em modo de aquecimento. São estas razões que não me permitiram até então fazer, convenientemente, a minha lista de presentes de natal 2011.

Dado tudo isto, não contes, pelo menos para já, com uma lista expressiva, como te habituei, de presentes que realmente gostaria de ver no meu sapatinho. Espero que me surpreendas, afinal de contas, já me conheces a 28 anos.

Entendo que este meu atraso no envio da carta te possa trazer alguns constrangimentos, por isso, reforço o meu pedido de desculpas, no entanto, sei que és uma pessoa bastante moderna e já ouviste falar em compras online. Querido Pai Natal, não te inibas, envio-te de seguida alguns dos sites onde o podes fazer.

Apple store

Hunter-boot

UGG Australia

Parfois

Lanidor

P.S. A ultima coisa que desejo é trazer-te chatices, entendo perfeitamente que com a tua idade, passares tardes a fio enfiados nos centro comerciais apinhados, tão típicos nesta e noutras épocas festivas, possa ser problemático para ti, este ano e, excepcionalmente este ano, não me incomodo nada de receber um cheque (por favor, para careca já basto eu) o valor respeitante ao meu presente de natal.

Porque é fim-de-semana #11

[Paco de Pombeiro - Felgueiras]

Para o fim-de-semana chuvoso e frio

Bolachas de amêndoa e limão - Bater 2 ovos com 4 colheres de açúcar, juntar 125g de manteiga amolecida com 100 g de miolo de amêndoa moído. Juntar farinha e raspa de limão até obter uma massa consistente.
Depois de formadas as bolachas pincelar com gema e polvilhar com amêndoa moída, levar ao forno.

Arrumações

Eu já corri tudo e até agora nada. Nem no ikea, nem no gato preto, nem na lojinha XPTO de artesanato, em lado nenhum. Acho mesmo que só existe na minha cabeça. Eu só queria uma caixinha linda de morrer onde pudesse arrumar todas as minhas pulseiras, por cores e que fosse jeitosinha, de fácil acesso a todas as pulseiras e não ocupasse muito espaço e que desse para todas sem excepção.

As férias são tão essenciais como o oxigénio...

Mas têm contra-indicações e a mais notória é a baixa-forma com que nos deixa... não falo só em relação aos quilos que acumulamos miraculosamente mas como a capacidade nata que consegue ter em fazer com que percamos o ritmo de colmatar os erros cometidos.
Espera-me um longo caminho até conseguir o objectivo final, dificultado pelos imensos obstáculos que se aproximam (Natal, jantares de natal, festividades...).

Bom dia

Já estou ligada a vida!

O bom dos almoços de Domingo #2

Este domingo veio mesmo a calhar...

Ainda estou em fase de adaptação. Adaptar-me lentamente ao frio, ao colo da mamã, à comida de casa, ao horário, voltar as obrigações, ao velho ritmo, as tarefas comuns... tudo isto, está a ter em mim uma reacção alérgica, isso ou estou mesmo doente [dores musculares, sono, dores de cabeça].

Não vou conseguir fazer tudo o que tinha planeado fazer estes dois dias, antes de recomeçar no verdadeiro ram-ram do dia-a-dia, tenciono passar grande parte do feriado, na sorna, ali mesmo, no sofá, enrodilhada a ver filmes. O que não fizer, paciência, o que fizer, óptimo [espírito de desleixada, ou simplesmente ainda em modo de férias... afinal de contas, ainda estou em adaptação].

Venha daí este domingo...

Diário de bordo - #Dia 18

Dia 18 e último deste pequeno diário de umas grandes férias.
Foram sem duvidas as melhores, maiores e mais distantes férias que já tive.
Depois de uma noite e manha em viagem, 12 horas de voo com um intervalo de 3 horas, aterramos (pela terceira vez em Malpensa) e foi desta, foi à terceira vez, que apanhei o bus em direcção a Milão. Estive na praça Vittorio Emanuele II, entrei no Duomo, espreitei a colecção na cidade da moda, comi pasta e bebi capuccino e sobretudo ouvi (e continuo ainda a ouvir) esta tão linda e melodiosa língua, adoro o italiano!
Não deu para explorar condignamente esta cidade, mas fiquei com um cheirinho do que é a moda! Depois de duas semanas intensas envolta de uma cultura que não a minha (asiática), sentir os 4 graus, os cheiros e o euro da minha velha Europa, sabe-me tão bem como passear em casa de pijama a um Domingo tarde chuvoso.
Estou quase em casa, estou a duas horas de voo, do saudoso cantinho à beira-mar plantado. Sim, adorei estas maravilhosas férias, mas também sabe bem voltar a casa.

Diário de bordo - #Dia 17

Acordar tarde, tomar o pequeno-almoço no quarto, subir ate ao telhado para dar um mergulho na piscina... Depois de bem acordados, banho tomado e tudo pronto, partir de tuk tuk em direcção ao palácio real, afinal de contas, não é todos os dias que o Rei faz anos.
Visto o palácio real, assim como toda uma nação em filas de espera e debaixo de uns abrasadores 30 graus apenas e só para desejar feliz aniversário ao Rei, rumamos ao conforto de um belo lanche e mais tarde de um belo jantar. E assim se fez o último dia de férias.

Diário de bordo - #Dia 16

Onde estão as compras a bom preço? Sinto-me fortemente enganada, TUDO no raio desta cidade é estupidamente caro, com excepção da comida.
Se acham que me apanham em feirinhas para comprar camisolas que apesar de falsificadas tem bem escrito a palavra PUMA, enganam-se, pois prefiro ir a próxima segunda-feira a Espinho do que frequentar novamente estes espaços.
Levo a mala cheia de recordações do mercado flutuante e do edifício mais alto de bangkok.

Diário de bordo - #Dia 15

Foi o dia em que dissemos bye bye praia/bem-bom. Partimos bem cedo rumo ao aeroporto, para isso apanhamos taxi/boat/bus. Maratona ultrapassada, chegamos finalmente ao aeroporto. Se é complicado vê-los conduzir ao modo britânico, é assustador como não conhecem as regras de trânsito, conduzem a falar ao telemóvel (falo das motorizadas), sem capacete, e transportam verdadeiros monumentos que ocupam 2 a 3 vias sem qualquer constrangimento.
Chegados a capital, a sensação que entramos num pais completamente distinto, salta logo a vista. Cheira-me que Bangkok disputa o protagonismo com a Grande Cidade do ocidente (N.Y.).
Agora toca a explorar...

Diário de bordo - #Dia 14

Dia de nostalgia. Está a ser o meu último dia de praia em 2011! Vou ter saudades... No entanto, logo dormirei de consciência tranquila, pois sei que aproveitei este dia da melhor forma: dolce-faire-niente, tal e qual, como deveria ser: praia, piscina, espreguiçadeira...

Diário de bordo - #Dia 13

O dia da viagem. Uma viagem diferente. Já temos um currículo a caminhar para o extenso, no que se refere a formas distintas de conhecer um espaço/terra/cidade/região. Mas a escolhida de hoje foi scooter. Uma forma nova, diferente e com adrenalina, pelo menos para nós. Percorremos aproximadamente 100km, os mesmos que circunscrevem esta ilha, sobre duas rodas. Nem eu, nem o maior-da-minha-aldeia, tínhamos alguma vez estado aos comandos de uma viatura motorizada de duas rodas, o que foi rapidamente demonstrado à saída do stand de aluguer. Espalhei-me ao perfazer a primeira curva (ficam para contar historias, as nódoas negras e arranhões na viatura)!
Adaptações à parte, demo-nos a conhecer e procuramos conhecer, as historias, a vida e os costumes guardados em Samui. Foi um dia sobre duas rodas, com imagens e um calor que só mesmo deste lado do mundo se consegue captar.
Levo deste dia a ilha e respectivas imagens de Samui e a experiência motorizada.