O jantar de hoje em palavras

Há muito que era para ser e nunca mais era. Há muito que fazia falta ter esta malta reunida à mesma mesa. Porque se houve algo realmente de bom que este mestrado me trouxe, se houve algo que valeu os muitos euros gastos, as muitas horas perdidas em aulas, os inúmeros fins-de-semana empatados a fazer trabalhos, as muitas noites gastas a estudar foi ter juntado a malta da melhor classe num único grupo. À primeira-vista pode parecer fácil, quando um dos elementos é o mais-que-tudo, outro é amigo de infância do mais-que-tudo e os outros são das melhores pessoas que existem à face da terra e que eu, tive o privilegio de conhecer.

Entre risadas e memórias reavivadas contamos as histórias que vivemos em sábados completamente comidos de sono, em aulas que não percebendo como fizeram parte do nosso currículo e foram lecionadas por personagens que são intituladas e conceituadamente conhecidas por experts das áreas, mas que nós, reles mortais, consideramos serem simples estafermas que vivem à custa de uma imagem não real. 



(O local escolhido por mim, para o encontro, não podia ser mais de acordo, um belo e pequeno restaurante de praia, na praia da Aguda, Ciao Bella, com o melhor pão de alho do mundo).

Um dia vou jantar com um grupo de (velhos) amigos.


Hoje é o dia. Finalmente o dia, em que eu e o meu grupo de mestrado vamos jantar. Até já!

Bom dia alegria!


Ter aparelho dentário #4

1 mês depois, tenho a dizer que aguento bem a trabalheira com as corridas à casa de banho para lavar os dentes a cada migalha ingerida, que aguento bem ter de partilhar as minhas refeições com os ferros que ostento na boca, contudo, ainda (e seguramente até ao último dia) não suporto o mal-aspecto que me proporciona. Não tenho vontade de falar, de sorrir ou simplesmente de conviver. Sinto-me assim:


Sim, é possível que após o tratamento dentário, precise de um tratamento psicológico, mas tem de ser por etapas. Um problema de cada vez. 

A caminho dos óscars! #2





Golpada Americana - Também já está, mas não me convenceu. Até ao momento, The Wolf of Wall Street, o vencedor justo.

No entanto, não posso dizer o mesmo da atriz, Jennifer Lawrence, convenceu-me e muito, grande papelão.

Bom dia, então!


Depois de ter palmilhado quilómetros de saltos-altos

Num dia como o de hoje, que sentar foi quase coisa imaginária, em que palmilhei o escritório em todos os recantos possíveis, vezes sem conta, em que os saltos altos, entoaram cada milésimo dado, não há melhor orgasmo, que ele fazer-me massagens aos pés! 


E pronto, por hoje é só isto. 

E a modos que é isto

Uma pessoa chega a casa após um dia fechada para o mundo e descobre que o mundo girou mais do que o habitual. Num dia apenas, dá a primeira mixórdia (que já sabia, que ia perder) e está sim, verdadeira volta ao mundo, a Cláudia e o Pedrito acabaram. Sim, o casal morango chega ao fim, aquela que era uma relação que se fazia quase perfeita (não fosse ela, mais alta que ele e era tudo lindo). E é isto, eu que ainda nem tinha digerido a morte do Philip Hoffman e agora isto. 


Shiuuuu


Vai começar a auditoria! 

E o final de um fim-de-semana igual à semana

Depois de um sábado-feira e domingo-feira a acordar cedo para ir trabalhar, nada como acabar o fim-de-semana deitada no sofá a aparvalhar! Assim tão relaxada nem parece que amanhã é dia de pressão, dia de auditoria à qualidade, dia de madrugar, dia duro de roer. Mas não faz mal, isso tudo é só daqui a exactamente meia dúzia de horas, agora, vou ronronar. 


Domingo-feira!

E quando o despertador toca às 7:30 de um domingo para ir trabalhar? 
Levantaste e vais. A rotina é exatamente a mesma que à segunda, terça... ou até à sexta, o animo é que é duplamente pior que o animo de uma segunda-feira. 
Contudo, bom trabalho, para mim, bom domingo, para o resto dos mortais.


Querido trabalho...

... vou ali para casa, sabadar o que resta deste sábado, prometo voltar amanhã à mesma hora. 


O assunto do momento


Não sou insensível às mortes do Meco, mas não as vou comentar, porque não sei os seus fundamentos, porque não se ouviu todas as partes, porque eu não estive lá, porque não me cabe a mim. Isto até pode fazer de mim uma pessoa diferente das restantes 10 milhões que habitam este país à beira-mar plantado, que parecem viver das especulações daquele fatídico 15 de Dezembro, mas caramba, que me importa a mim perder o meu tempo, gastar a minha massa cinzenta a pensar em quão ridículo Ã© praxar até à morte, quando o principal problema neste momento não são as mortes (que lamento), mas as eminentes mortes que temos em mãos, e essas sim, merecem o nosso tempo, os nossos pensamentos. Falo da falta de recursos em pagar propinas, falo da cada vez menor capacidade de sustentar estudantes num mundo tão caro e insustentável meio universitário. Não sou contra as praxes e cada vez menos, sou a favor delas. Acho que têm o seu tempo. Eu já fui praxada, já praxei e agora são-me indiferentes. Ou então, dou por mim a pensar, em quão ridículas são. Mas contudo, porque preocupar-nos com a severidade que elas se estão a tornar (se é que não foram sempre), porque discutir o quão ridículas são (e sempre foram, para isso basta pensar que quem manda nas praxes é sempre o aluno mais burro da faculdade), porque fazer a assembleia perder tempo e recursos, a discutir as praxes, se caminhamos a passos largos para universidades sem alunos. Não me digam que esperam que os nossos governantes surjam com leis que limitam praxes, para faculdades sem caloiros?

Previsões


Eu tenho para mim, que este puto (com cara de menina) vai morrer aos 27 anos!

Sábado-feira!

E quando o sábado é igual à sexta e aos outros dias da semana?