Para mim, a melhor publicidade
Dinheirinho, que é bom?
Esse, a CGD gasta-o em acções da Cimpor...
( e os outros, gastam... bem não sei e, é melhor nem saber)
Eu e nós... bem temos esperança e alguma força, debaixo destas olheiras
Resta-nos cumprir prazos impostos hoje, mas para ontem.
Continuando... Eis o fato tradicional de Carnaval em Xinzo de Limia (custa para lá de uma pipa de massa). O que estes dois exemplares têm na mão, não são mais que bexiga de porco/vaca seca que depois de "enchida" faz mais barulho que tambor.

Continuando com a descrição do meu Carnaval.
Depois de nos termos ido mascarar, juntamos-nos aos nossos amigalhaços (la enfermerita, peke, Juan e Maria e mais dois novos amigos). Eram 19h, quando demos entrada no primeiro estabelecimento de abastecimento (bebida e comida), aqui e como eu NÃO gosto de canhãs, claras e tudo similar, fui obrigada a iniciar-me em Cacique cola, situação que se repetiu até ás 06:00 (11horas non stop).
Depois foi um não mais parar, entre umas tapas, tábuas e licores de cafés. Passeamos por toda a vila. Ao contrário do tradicional Carnaval português, onde o povinho assiste ao desfile dos foliões, em Xinzo de Limia, somos todos foliões, o cortejo é disperso, são vários os carros alegóricos que desfilam pela vila sem norte nem rumo. Não existe uma fila, mas sim, um para seu lado. O que permitiu em cada esquina encontrarmos música e festa, todos eram convidados a entrar nos carros alegóricos (coisa que não acontece em PT, com muita pena minha).
Se fosse em Portugal, não seria, estou certa, pois que os ambientalistas teriam já providenciado medidas cautelares e tudo a que têm direito, alegando níveis de dB superiores aos permitido por lei. A vizinhança já teria chamado a polícia vezes sem conta.
Passei poucas horas a dormir, algumas refeições acompanhei-as com trabalho, as restantes horas foram dedicadas ao trabalho e ao trabalho, deixei apenas um bocadinho para a avaliação final de uma cadeira.
E fica aqui mais um video (que não é meu):
Despedida pela terceira vez:
Boss - Eu trabalho com um bando de incompetentes. Estão todos despedidos.
Eu sabia que iria valer a pena ir, eles não são de longe, banda de um só albúm. Gosto das músicas, simpatizo com a presença deles em palco. Mas dado a surpresa que o Ricky Wilson decidiu prendar, bem... sem palavras!
Quanto a minha idas à concertos, bem, umas coisa a dizer: já aprendi. Os euritos que se pagam a mais por um lugar na tribuna compensam de longe o conforto que se ganha e, a provar está o facto de Ricky Wilson ter escolhido a tribuna para se juntar aos fãs (ok, provavelmente ele escolheu a tribuna, pelo número exagerado de mulherio, mas também isso não interessa nada).
Na tribuna, salta-se sem ser pisado e empurrado, na tribuna grita-se, pula-se, esbraceja-se, canta-se, diverte-se, guardamos os casacos, malas, e toda a roupa que se vai tirando ao longo do concerto, na tribuna não há o pânico de sermos molhados por litros de cervejas, nem queimados por pontas de cigarros. Na tribuna tem-se a melhor vista para o placo.
Viva aos Kaiser Chiefs!
Viva à tribuna!

Tudo com sabor a queijo é muito bom